Lei Valentín Paz-Andrade

On 25/03/2014, in Eventos, Notícias / News, by igecnews
Por unanimidade, Lei Valentín Paz-Andrade
Não é habitual todos os partidos políticos do Parlamento galego alcançarem a unanimidade e muito menos quando a língua está no palco. No dia 11 de março de 2014 esse facto deu-se. O início oficial deste processo decorreu em maio de 2012 quando se apresentou no registo do Parlamento a Iniciativa Legislativa Popular «Valentín Paz-Andrade» para o aproveitamento da língua portuguesa e vínculos com a Lusofonia.
Os meses a seguir foram um trabalho muito intenso do reintegracionismo para recolher as 15.000 assinaturas exigidas para a ILP ser debatida na Câmara de Representantes. Esta tarefa foi desenvolvida por muitas pessoas e, entre elas, sócios e sócias das entidades assinantes que julgaram a iniciativa como sendo estratégica. Afinal, a estratégia reintegracionista para a língua e a cultura galegas fundamenta-se em ligar a sociedade galega com outras sociedades maximizando assim a riqueza de possuir uma língua
compartilhada.
A lei finalmente aprovada recolhe essencialmente os conteúdos da ILP e que apontava para três focos: a aprendizagem da língua portuguesa no ensino formal, o relacionamento institucional e a receção dos mass media portugueses.
Implementar estas três iniciativas implicaria, na verdade, uma mudança de paradigma interpretativo da realidade galega e do seu relacionamento com os países com que partilha a língua, nomeadamente o Brasil, Angola e Portugal. Implicaria dar fim a várias décadas de ocultação da nossa riqueza linguística e que em nada tem ajudado a mudar o status, os usos e a realidade do galego. Implicaria que a língua da Galiza é, para além de muitas outras cousas, a nossa vantagem competitiva.
Agora resta o mais importante, que às palavras sigam os factos para que as presentes gerações de galegos tenham acesso à língua galega na sua máxima expressão, isto é, vinculada aos países que a falam nos diferentes continentes, às suas sociedades e as suas produções. Resta que a cidadania galega poda recolher os frutos de ter no seu seio uma língua que nos liga com os países de expressão portuguesa. Resta, portanto, fazer.
Academia Galega da Língua Portuguesa
Associaçom Galega da Língua
Associação Pró-AGLP
Associaçom Amigos do Idioma Galego (Argentina)
Fundaçom Meendinho
Instituto Cultural Brasil-Galiza
Instituto Galego de Estudos Célticos
Movimento Internacional Lusófono – Galiza
 
No seu intuito de dar a conhecer e espalhar o legado céltico galego e as investigações realizadas sobre este, o Instituto Galego de Estudos Célticos disponibiliza em rede a versão digital do livro ‘As Tribos Calaicas – Proto-História da Galiza à Luz dos Dados Linguísticos’, obra do Prof. e membro do IGEC Higino Martins Esteves, publicado pola editora Edições da Galiza em 2008.
Este livro recolhe e mostra os últimos resultados duma pormenorizada pesquisa em diversos campos da linguística, como a toponímia, etnonímia, onomástica e etimologia, achegando novas perspetivas para uma compreensão mais profunda e abrangente da proto-história galega e avançando novas vias para a investigação tanto linguística, quanto noutras disciplinas, sobre os alicerces históricos da Galiza.
A publicação digital faz-se com a permissão do autor e da editora, pudendo ser compartilhada, transmitida e usada, fazendo sempre referência às fontes e aos detentores do copyright.
 

On 21/02/2013, in Corporativo, Notícias / News, by igecnews

Obituário

FALECIMENTO DO PROF. JÜRGEN UNTERMANN

 

Jürgen Untermann, fotografado antes de receber o Prêmio Príncipe de Viana em 2010.

 Foto JAVIER SESMA

 

Morreu o prof. Dr. Jürgen Untermann,  principal representante mundial da indoeuropeística e paleo-hispanística  o dia 8 de fevereiro de 2013

 

Acaba de dar-se a conhecer a morte há poucos dias, à idade de 84 anos, do professor Jürgen Untermann (24/10/1928 – 2013/02/07) um dos principais expertos na paleo-linguística europeia e especialmente da Península Ibérica.

Discípulo de insignes linguistas como Hans Krahe e Ulrich Schmoll, estudou nas universidades de Frankfurt e de Tübingen, sendo catedrático de Linguística Comparada na Universidade de Colónia. Membro de várias instituições internacionais , era desde  o ano 1994 membro da Real Academia de História da Espanha. A sua pesquisa centrou-se no estudo das línguas itálicas e paleo-hispânicas, sendo considerado a maior autoridade a nível mundial nesse campo. Foi o editor do corpus destinado a recolher todas as inscrições nas línguas antigas da Península Ibérica, editadas entre os anos 1975 e 1997. Realizou igualmente um intenso trabalho de sistematização da onomástica peninsular que o levou a publicar uma monografia clássica sobre o tema. Elementos de un Atlas

 Untermann foi também um dos principais valedores da interpretação da língua lusitana como uma forma de céltico arcaico, em contra de boa parte dos seus colegas profissionais,  naquilo que ele definiu como a sua “herética convição”

O professor Untermann foi desde o seu início um dos principais promotores dos Colóquios de Línguas e Culturas Paleo-Hispânicas, cuja organização presidiria por vários anos. Com a morte do Prof. Untermann o estudo das línguas pré-romanas da península ibérica ficão órfãos de um dos autores de referência nas últimas décadas.

O IGEC dando o pêsame à família, discípulos e amigos, quer lembrar neste momento as sempre belas e afetuosas palavras que com motivo da nomeação o professor Dr. Jurgen Üntermann como doutor honoris causa pela Universidade de Santiago de Compostela USC, o Professor Dr. Juan José Moralejo Álvarez dedicou o dia 9 de maio de 2003 ao caro amigo no “ato de investidura:

“[…] Untermann inició sus contactos con la documentación hispana prelatina allá por 1956 – 1958, como becario de la Deutsche Forschungsgemeinschaft en el proyecto que Caro Baroja y el Instituto Arqueológico Alemán de Madrid tenían para renovar la edición de las inscripciones prerromanas de la Península Ibérica. Desde entonces sus estancias en la Península han sido largas y frecuentes, con conocimiento directo de toda la documentación y de sus marcos y ambientes, que pueden contribuir a mejor entenderla; de esas estancias hispanas ha ganado Untermann un crecido número de amigos que gozamos de su trato afable y de su ciencia consumada, pero que hoy echamos en falta a su esposa, Bertha, que le fue ayuda larga y eficaz en la recogida de materiales.

Muy pronto se hizo notar Untermann con trabajos como Sprachräume und Sprachbewegungen im vorrömischen Hispanien (Wiesbaden 1961) [con inmediata traducción portuguesa y española, Revista de Guimarães 77, 1962, y Archivo de Prehistoria Levantina 10, 1963] y Elementos de un Atlas antroponímico de la Hispania Antigua (Madrid, 1965), que fueron guía asidua para todos los estudiosos. A estos dos trabajos siguieron otros muchos que definieron el buen hacer posible en corpora documentales que desgraciadamente se reducen en el caso de Gallaecia a listas onomásticas y mejoran en otras áreas peninsulares (Celtiberia, Lusitania, área ‘ibérica’ en Levante y Sureste, área ‘tartesia’ en el Suroeste) con unos pocos textos ‘sintácticos’, oscuros y nunca bilingües; es decir, son corpora documentales reducidos a escombros lingüísticos, Trümmersprachen, por decirlo con un concepto sobre el que nuestro hombre ha tratado con toda autoridad y toda prudencia. Quiero poner de relieve esa prudencia en su advertencia de que los intentos de traducir textos oscuros con el solo o principal apoyo de comparaciones meramente formales, más o menos homofónicas con lo ya conocido, son castillos de naipes, “sind Beiträge zur Autobiographie ihrer Verfasser, aber keine verbindlichen Leistungen für den Fortschritt unserer Erkenntnis” [p. 60 de "Lusitanisch, Keltiberisch, Keltisch", pp. 57-76 de Studia Palaeohispanica. Actas del IV Coloquio de Lenguas y Culturas Paleohispánicas, edd. J. Gorrochategui, J.L. Melena y J. Santos. Vitoria, 1987]. Una aplicación no muy exigente de este sanísimo criterio podría llevar a la papelera folios y folios de brillantísimas y sesudas etimologías en la Onomástica hispana prerromana, nombres propios para cuya interpretación no tenemos el menor apoyo en el léxico común, que desconocemos, y tampoco o apenas lo tenemos en el contexto extralingüístico de los textos y de sus soportes y ambientes. Y perdóneseme que entienda urgente este excurso para todos cuantos en Galicia tenemos aficiones o competencias paleohispanísticas y lo amplíe a recordar con qué serenidad de criterio da Untermann un correctivo a las audacias etimológicas que en Paleohispanística se permitía el laborioso talento de Joan Corominas.

De Untermann todavía esperamos mucho y buen trabajo, pero ya podemos hacer balance y yo quiero hacerlo hoy con perspectiva histórica larga, recordando que nuestro inminente Doctor Honoris Causa es el nombre decisivo en una tradición de universitarios alemanes que desde Wilhelm von Humboldt han tenido protagonismo en los estudios de Paleohispanística. […]

[…] En Gallaecia y otras áreas el comienzo del uso de la escritura va emparejado con el de implantación de la lengua latina y, por tanto, nuestra documentación antigua se reduce a que las inscripciones ya latinas y los textos griegos y latinos nos den la abundante onomástica prerromana que nuestros antepasados conservan en su resistencia frente a la romanización plena o que ésta respeta: nos conformamos, pues, con un rico arsenal de teónimos, etnónimos, antropónimos y, llegando masivamente hasta hoy, hidrónimos y topónimos.

Ciñéndome al trabajo con materiales indoeuropeos, haré memoria de nombres con labor muy notable, por ejemplo, Tovar, Caro Baroja, Mitxelena, Albertos, el francés Lejeune, el alemán Schmoll, etc. Del trabajo filológico y lingüístico hecho en la que fue Gallaecia recordemos a los editores de las inscripciones latinas -Brandão, Cardozo, del Castillo, Filgueira, Vázquez Saco, Lourenzo, mi tío Bouza Brey, etc.-, el buen manejo de los textos grecolatinos por Martíns Sarmento y López Cuevillas, y algunos estudios toponímicos de mi padre, Abelardo Moralejo. Tenemos hoy una excelente nómina de colegas españoles, portugueses y extranjeros que siguen editando y analizando documentación y han hecho de la Paleohispanística en su vertiente filológica y lingüística un campo en el que el rigor y la prudencia son la única conducta que tiene premio en resultados objetivamente válidos, adquisición para siempre, que dijo el clásico, o única vía para acceder a ellos en el proceso de autorrevisión continua que es sustancial a todo conocimiento científico.

Jürgen Untermann tiene acreditada una obra importante en otros terrenos de la Lingüística, por ejemplo, en el terreno de la onomástica itálica e ilírica, o en un reciente Wörterbuch des Oskisch-Umbrischen (Heidelberg, 2000) riguroso y ejemplar desde todos los ángulos, o en su madurísimo escepticismo ante ciertos métodos y alcances de la reconstrucción idiomática y cultural indoeuropea. Pero hoy vamos a honrar sus más de cincuenta viajes a territorios de documentación paleohispánica para recoger y editar textos ibéricos, celtibéricos, lusitanos y tartesios; vamos a honrar su presencia veterana en universidades, academias, congresos, enciclopedias, etc. de toda Europa como autoridad indiscutible en presentar a todos los niveles la documentación, los métodos y los problemas de lo paleohispánico; vamos a honrar su papel de director de un buen puñado de tesis doctorales que aseguran la continuidad de su magisterio; vamos a honrar su centenar largo de trabajos, desde los muchos que ha dedicado a ilustrarnos en métodos y problemas de análisis de la documentación hasta su participación en la edición de novedades documentales como El tercer Bronce de Botorrita (en colaboración con F. Beltrán y J. de Hoz, Zaragoza, 1996).

Quiero poner de relieve que el material galaico y sus problemas de análisis son contenido importante, incluso monográfico, de una veintena de trabajos en los que Untermann ha desembocado en protagonizar, ahora ya no en solitario, la tesis de que todo el material galaico indoeuropeo debe etiquetarse como céltico, frente a una opinión, tradicional y todavía mayoritaria, que reconoce en la Gallaecia una indoeuropeización precéltica sobre la que se superpone un aporte céltico cuya huella emblemática son los topónimos del tipo antiguo Ardobriga, Avobriga … y del actual O Grove, Deixebre …

Para Untermann y su afirmación “Ich fürchte eines Tages werden die Keltisten lernen müssen, mit dem p zu leben” (p. 74 de “Lusitanisch, Keltiberisch, Keltisch”, en Studia Palaeohispanica. Actas del IV Coloquio de Lenguas y Culturas Paleohispánicas, pp. 57-76, edd. J. Gorrochategui, J.L. Melena y J. Santos. Vitoria, 1987), no es escándalo que el material galaico y lusitano mantenga el fonema labial sordo /p/, cuya eliminación se viene considerando como requisito inexcusable de celticidad (cf. ide. *pHtér > latín, pater, pero irlandés athir; ide. *porkos > lat. porcus y lusitano porcom, pero irlandés orc); simplemente, estamos ante un rasgo conservador o arcaizante del área galaico-lusitana, frente a la innovación que es la pérdida de */p/ en otras áreas célticas.

Me parece altamente relevante que con la autoridad y la objetividad con que Untermann se mueve en el terreno lingüístico se pueda afirmar sin recortes el celtismo galaico, que tanto en lo lingüístico como en otros órdenes ha sido de siempre polémico, tantas veces afirmado como negado desde puros antojos extracientíficos, e incluso valorado en algunos ámbitos universitarios actuales como mito o creencia de eficacia ideológica más que como verdadero conocimiento.

Y todo lo anterior y mucho más que Untermann ha hecho se condensa en los cinco tomos y más de tres mil páginas de su magistral edición de los Monumenta Linguarum Hispanicarum que, desde 1975, recoge toda la documentación ibérica, tartesia, celtibérica y lusitana en una presentación realmente ejemplar de los textos y de los problemas y bibliografía de su interpretación, con un verdadero alarde de fotografías, dibujos, mapas, tablas, índices, etc. Estos Monumenta son uno de los mejores logros del siglo XX en la Filología Clásica e Hispánica, en el conocimiento de la tradición lingüística peninsular en sí misma y como soporte de la tradición cultural de las comunidades que precedieron a los romanos o fueron asimiladas por ellos.

Creo, Rector Magnífico, que este repaso sucinto a la obra científica del Doctor Jürgen Untermann en la tradición de la Paleohispanística justifica que nuestra Universidad se sienta muy directamente implicada en dicha obra y honre a su autor incorporándolo a su Claustro de Doctores. He dicho”. Juan José Moralejo Álvarez Santiago de Compostela 9 de mayo de 2003.

 

Achamos necessário igualmente lembrar também a parte referida à Galiza da resposta de Untermann à merecida laudatio de seu amigo Moralejo:

[…] Al final de mi discurso, permítanme pasar a un tema más simpático: a mis experiencias, por lo demás siempre agradables, en Galicia y con los gallegos. Mi primer contacto con la ciudad de Santiago fue un día con lluvia ininterrumpida de la mañana a la noche en el mes de marzo 1960: sin embargo, ese tiempo poco acogedor no me impidió reconocer que Santiago es una de las más hermosas ciudades de la Península: una opinión de la que nunca tuve que retractarme.

Mi primer contacto personal con Galicia tuvo lugar igualmente en los años sesenta, pero no aquí, sino en Madrid: con gratitud y afecto recuerdo las discusiones y las charlas con mi buen amigo Luis Monteagudo con ocasión de su estancia en la capital, muchas veces durante las comidas comunes (por supuesto siempre en restaurantes económicos). En los años siguientes, varias veces fue nuestro huésped en Alemania, y varias veces nuestro anfitrión cariñoso en su maravilloso piso al lado del Convento de Belvís. En pocas palabras, como persona de gran altura cultural, como investigador infatigable (con ficheros enormes de fichas del tamaño de sellos de correo), durante mis primeros años de mis actividades en España, para mí Luis Monteagudo era el perfecto representante de Galicia, y en un cierto sentido sigue siéndolo hasta hoy.

En el año 1979 un proyecto oficial me puso en relación con Galicia: fue la iniciativa para la nueva edición del segundo volumen del Corpus Inscriptionum Latinarum, y en el marco de ésta se me había asignado al equipo que tenía que redactar la edición de la epigrafía latina de Galicia. Siguieron unas semanas inolvidables de trabajo en el país, siempre junto con mi mujer, guiados y hospedados por Antonio Rodríguez Colmenero y su esposa María Covadonga Carreño. Pero más tarde surgieron problemas y conflictos, en gran parte fuera de mi responsabilidad y de ninguna manera causados por mi buen amigo Colmenero, que me obligaron a retirarme del proyecto.

Sin embargo, a partir de aquel momento ya no me era posible retirarme de mi vinculaci��n con Galicia. En el curso de los años siguientes se profundizó por los contactos intensos con Gerardo Pereira Menaut y Pilar Rodríguez Álvarez y por haber encontrado aquí a un excelente alumno, Juan Carlos Búa Carballo, quien pasó varios años conmigo en la Universidad de Colonia, y quien cumplió de manera brillante una tarea, que desde hace mucho tiempo me parecía tanto urgente como dificilísima de realizar: la reedición y el comentario lingüístico de los teónimos prerromanos del Noreste de la Península. Espero que pronto podamos publicar su tesis como volumen de suplemento de los Monumenta Linguarum Hispanicarum.

Y en fin, mi querido colega Juan José Moralejo, la piedra clave en la bóveda de afecto y benevolencia bajo la cual me siento bien acogido y abrigado. Tendría muchos deseos y motivos para terminar mi discurso con una laudatio del profesor Moralejo. Pero esa no es mi tarea, al menos no en este momento, y por lo tanto he de poner ya término a mis palabras, pero no sin reiterar muy de corazón mi más profundo agradecimiento a la Universidad de Santiago y a su Claustro de Doctores” Jurgen Üntermann.

Santiago de Compostela 9 de mayo de 2003.

 

Assim, coincidindo por acaso com o recente deciframento por John T. Koch, da língua tartéssica –o mais antigo signário celta da Europa, como já apontara em 1997 Eulogio Losada Badía– assinalando a pertença da fachada atlântica européia ao grupo celta e ainda a possível origem do sistema, a Galiza tem perdido nestes últimos cinco anos uma plêiade de excepcionais lingüistas:

· Enterrámos o professor Dr. Eulogio Losada de la Sierra Badía Gutiérrez de Caviedes, sanscritólogo da Sorbona e impulsor do IGEC com 74 anos na Crunha o dia 6 de maio de 2008.

· Deixou-nos também dois anos depois, seu amigo o celtólogo Robert Omnés, grande defensor do bretão, professor emérito da Universidade da Bretanha Ocidental, amigo da Galiza  –Omnés, convidou, em 1997  Eulogio, e o hoje Decano do IGEC, a Brest ao Primeiro Colóquio Internacional dedicado na França aos celtas e à Península Ibérica,  e véu a Ferrol esse ano e o ano seguinte ao I e ao II Congresso Internacional ‘Os Celtas da Europa Atlântica’–, paladím do estudo do substrato celta no galego, foi presidente fundador da Associação Galiza-Breiz. Morreu em 23 de junho de 2010.

· Há poucos meses, o día 26 de maio de 2012, morreu com 70 anos o professor Dr. Juan José Moralejo Álvarez, muito estimado lingüista e indo-europeísta, catedrático da Universidade de Santiago de Compostela, sustentador do carácter celta do material linguístico pré-romano da Galiza e bom amigo do IGEC.

· E acaba de nos deixar também, seu amigo o professor Dr. Jurgen Üntermann eminente celtólogo e indo-europeísta, catedrático de linguística comparada da universidade de Colónia, falecendo em Pulheim em 7 de fevereiro de 2013. Unterman, discípulo de grandes lingüistas  –Hans Krahe [“alteuropaïsche”] formou-o na toponímia e hidronímia, e Ulrich Shmoll [“Die Sprachen der vorkeltischen Indogermanen Hispaniens und dás Keltiberische. Wiesbaden: Otto Harassowitz Verlag, 1959” ]–, entre os grandes da Europa, reconhecido estudioso do material pré-romano da Península Ibérica, foi contra vento e maré defensor da adscrição celta do material galego e lusitano – “minha herética convição” – dizia. Sem dúvida fecha com ele um grande ciclo dos estudos célticos.

A todos eles e com o nosso reconhecimento mais profundo:

Sit tibi terra levis

Instituto Galego de Estúdos Célticos (IGEC)

 

A nossa página volta a estar operativa

On 27/07/2012, in Corporativo, by igecnews

Caros amigos e amigas:

Ao acederem recentemente a este nosso sítio podem ter experimentado um aviso de vírus. O problema foi já solucionado por completo.

Aproveitamos para indicar que em tais eventos podem sempre visitar o nosso perfil público em Facebook para mais informações.

Desculpas por qualquer incomodo.

* * *

Dear friends:

You may have noticed a virus warning when accessing this website in recent days. This issue has now been completely solved.

We take this opportunity to note that in such events you can always visit our public Facebook profile for more information.

Apologies for any inconvenience.

www.estudosceltas.org

Tagged with:
 

O decano de estudos do IGEC, Doutor André Pena Granha, oferecerá na sexta dia 8 de Junho uma palestra sobre as armas, objectos e vestimenta dos antigos guerreiros galaicos e o seu enquadre histórico.

Esta palestra insire-se no ciclo de conferências da Exposición de Cerámica e Utensilios do Pobo Galaico Preromano, organizada pelo grupo de recriação histórica Trebas Galaicas.

O ato terá lugar na Biblioteca Nodal, Lugo (Av. Ramón Ferreiro s/n), e começará às 19h.

Vejam mais informações oficiais no evento de facebook criado > aqui <

Tagged with:
 

Falece destacado celtista

On 26/05/2012, in Corporativo, Notícias / News, by igecnews
Prof. Juan José Moralejo

Prof. Juan José Moralejo

O IGEC lamenta o falecimento do insigne linguista e celtista Prof. Juan José Moralejo (Compostela, 1941) no dia de ontem, 25 de Maio, na capital galega.

O professor Moralejo era colaborador e assessor do IGEC, tendo participado conjuntamente em diversas palestras e congressos, além de ser amigo pessoal de alguns dos membros do Instituto.

Nas palavras do decano de estudos do IGEC, Dr André Pena Granha:

O professor Juan José Moralejo já cavalga com Rhiannon. Caro amigo, Galiza e o celtismo galego estará sempre em dívida contigo.
Divulgaremos o teu importante legado.
Descansa em Paz

Mais informações nesta outra nota de imprensa.

Tagged with:
 

“Une-te ao Clã!”

On 11/05/2012, in Corporativo, Notícias / News, by igecnews

Começa a primeira campanha de captação de sócias e sócios do IGEC.

O Instituto Galego de Estudos Célticos pode já acolher a todo/a aquel/a interessado/a na cultura celta e euro-atlântica e na história e património da Gallaecia para assim, em conjunto, apanharmos um novo pulo necessário num labor investigador crítico e de divulgação.

Com a tua ajuda e contributo poderemos assegurar a continuidade deste projecto e encetar um grande diálogo sobre um elemento fulcral da nossa identidade e potencialidades futuras.

Visita a nossa página dedicada para mais informações e… une-te ao clã! ;)

 

Tagged with:
 

O blogue ‘Desperta do teu Sono‘, administrado por José Manuel Barbosa (membro do IGEC), organiza jornadas da língua e literatura galego-portuguesa com motivo da celebração no dia 5 de Maio do Dia da Língua Portuguesa e da Cultura da CPLP.
As jornadas analisarão entre outras temáticas as relações entre a cultura celta e a língua e literatura galego-portuguesa. Este evento conta com a colaboração e presença do IGEC.

Os eventos transcorrerão durante os dias 5 e 6 em Montalegre (Portugal) com o seguinte programa (sujeito a ligeiras modificações de última hora):

Sábado dia 5 de Maio:

12h00 – Concentração na casa de Turismo Rural do Padre Fontes em Mourilhe.
13h00 – Jantar de confraternização e posterior recital de poesia.
16h00 – Sala da Junta de Freguesia de Pitões das Júnias. Apertura das palestras sobre os “Vínculos entre a tradição celta e a tradição literária galego-portuguesa”.
16h00 – Conferência: Monumentos arqueológicos de Vilar de Perdizes e Pitões das Júnias, António Lourenço Fontes.
17h00 – Conferência: Tradição celta e literatura medieval galaico-portuguesa, Fátima Figueiredo.
18h00 – Visita ao Eco-museu e à cascata de Montalegre.
20h00 – Ceia.

Domingo dia 6 de Maio:
(na Sala da Junta de Freguesia de Pitões das Júnias)

10h00 – Conferência: Sobrevivência das divindades celtas na mitologia e hagiografia galegas, David Outeiro.
11h00 – Conferência: A Soberania indoeuropeia, celta e galaico-portuguesa: a perduração no folclore, Doutora Blanca Garcia Fernández-Albalát (diretora do Depto. de Cultura Céltica Contemporânea, IGEC).
12h00 – Mesa redonda, debate e conclusões.
14h00 – Comida de confraternização.

 

Para mais informações sobre organização e reservas visitem sempre o blogue ‘Desperta do teu Sono‘ ou contatem diretamente em:

José Manuel Barbosa: 0034-637 47 48 33
Manuel Miragaia: 0034-666 37 34 82
info @ despertadoteusono.com ; barbosa_gz @ hotmail.com

As inscrições rematam no 3 de Maio e as vagas são limitadas.

Evento no facebook > aqui <

 

 

Continuam as descobertas  a cargo de membros do IGEC. Mais uma vez o etnólogo, linguista e investigador Calros Solla localizou uns restos de grande interesse em Fondós, no concelho de Cerdedo (Terra de Montes). Solla, que vinha já de dar com um petróglifo recentemente e um significativo achádego antropomorfo a começos de ano (todos eles nas mesmas contornas) desvela agora restos dum moinho da Idade do Ferro não muito longe dum castro. Como ele mesmo indica:

Non é difícil imaxinar os nosos devanceiros prehistóricos moendo no muíño do Castriño grans de trigo ou maínzo e varrendo a fariña cunha vasoira de colmo. Non é difícil imaxinar como, xacando, algún labrego moderno o desprendeu do penedo onde fora labrado e o transportou dende o castro até a leira, para reutilizalo como pasadoiro.

Para mais informação ler um artigo publicado pelo próprio Calros Solla na imprensa hoje > aqui <.

Foto aparecida em 'Faro de Vigo' (22/04/12), com C. Solla junto a uma das peças do moinho céltico.

 

 

Tagged with: